da alma nunca abre mão

Passava horas sentado à frente de um monitor e teclava com fúria. Lia e relia. Apagava. Corrigia. Enxertava novos vocábulos. Aspirava à perfeição, à economia da frase certa, à solidez do parágrafo reflexivo. Com paixão, com certezas. Mesmo duvidando da qualidade da prosa, ainda que não fosse algo que lhe dissesse respeito. O artista pode prescindir de bússolas e mapas, mas da alma nunca abre mão.

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