a mente e os seus delírios

(…) nestas coisas do devir carnal há sempre causas ocultas, dogmas que aparentam ser inexplicáveis, segredos que a razão humana não pode compreender, sobretudo quando não há razões mas tão-somente crenças, o que significa que tudo acaba por ser uma questão de fé, ou de fidelidade, já não basta a batalha titânica entre as forças do espírito e as forças da arimética, a alma e o corpo em perfeito desatino, ou o desvario da falta de tino, que é o mesmo que dizer a mente e os seus delírios (…)
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